Mais uma vez, nossa Língua Portuguesa e suas múltiplas facetas. Mas como saber quando e como devo usar palavras tão parecidas e que confundem tanto? Parece complicado, mas se você prestar atenção nas nossas dicas, tenho certeza de que ficará muito mais fácil! Essas duas palavrinhas são muito usadas em nosso cotidiano na fala, mas a maioria das pessoas acaba “pecando” na hora de colocar no papel. Assim como os porquês (já falamos deles aqui), constituem uma área da Língua Portuguesa – aliás, bastante extensa – que denominamos dificuldades de língua. Acompanhe as dicas que farão com que você não esqueça mais do seu uso! Apresentamos o uso de MAS/MAIS e os vilões MAU e MAL.

MAIS é superlativo, ou seja, dá sempre a ideia de intensidade. Portanto, é sempre o contrário de menos. Faça como em matemática e tire a “prova real”. Se você conseguir substituir por menos, é a forma correta.

Ex: Aquele assunto é mais interessante que este. / Aquele assunto é menos interessante que esse.

MAS é uma conjunção adversativa. Traduzindo, dá sempre uma ideia de oposição. Pode ser substituído por outras conjunções adversativas, como porém, contudo, entretanto, todavia. Mesma dica da palavra anterior: substitua por uma dessas outras conjunções para ter certeza de que está certo.

Ex: Preciso me apressar, mas ainda não terminei as digitações. / Preciso me apressar, porém ainda não terminei as digitações.

MAL é o contrário de bem. Substitua também e pronto!

Ex: Ele está passando mal. / Ele está passando bem.

Que trabalho mal feito! / Que trabalho bem feito!

MAU é o contrário de bom. Vamos substituir novamente.

Ex: Hoje tive um mau dia no trabalho./ Tive um bom dia no trabalho.

Mais fácil do que você pensava, não é mesmo? Espero que possa melhorar ainda mais com essas dicas. Se você está estudando para concursos, isto é leitura obrigatória! Dificuldades de língua são assunto garantido nas provas de Língua Portuguesa!

Boas redações, super secretárias!

Professora de Língua Portuguesa e Língua Inglesa, especialista em Língua Portuguesa e Literaturas pela Faculdade Estadual de Filosofia, Ciências e Letras de União da Vitória - PR. Mestre em Estudos de Tradução pela Universidade Federal de Santa Catarina.





  1. Helleine says:

    Olá, meu nome é Helleine e sou membro do Centro Acadêmico de Tecnologia em Secretariado Executivo (CATSE) da UFPR e gostaria muito de um contato de alguma de vocês, se pudessem entrar em contato comigo no email catseufpr@gmail.com.

    Grata!

    Ps.: gostei muito do blog de vocês, é muito importante que tenhamos mais blogs de qualidade na nossa área.

    • Rafael Kretzer Pedroso says:

      Apesar de ser antigo, acho que vale o registro da resposta…
      Não há dúvidas de que o mercado será um pouco mais cruel contigo, Ana, por causa da sua idade.
      Mas não, não está velha demais para entrar no mercado! Tenho como exemplo a história do meu próprio pai, que foi contador até os 45 anos, mais ou menos, quando resolveu vender o escritório e se dedicar a desenvolvimento de software.
      O resultado? Hoje, uns 15 anos depois, é sucesso total. Além de excelente profissional, respeitado e admirado, é palestrante no seu nicho de tecnologia. E o mais importante… é uma pessoa mais feliz com sua profissão do que era antes.
      Se vai valer a pena mudar a carreira a essa altura da vida, depende do quanto você está disposta a se sacrificar e abdicar de confortos, pois você terá que mostrar diferenciais que façam com que você se destaque. Vai ter que fazer mais do que os seus concorrentes.
      Voltando ao exemplo do meu pai, lembro de vê-lo passar várias noites seguidas devorando livros em inglês que tinham mais ou menos do tamanho de uma bíblia… Lembro também que o período de transição entre as carreiras não foi nada fácil. Mas ele nunca se entregou e, no final, venceu brilhantemente.
      Se você tiver fôlego pra isso, meu conselho é: se aventure! Mas esteja preparada para tudo.

  2. Julyana Emy Tanikoshi Grafe says:

    Olá,
    Sou a autora do desenho que utilizam neste post.
    Fiz o desenho para uso exclusivo do Instituto Universal Brasileiro.
    Caso não tenham a permissão para uso do trabalho ou relação com o IUB peço por favor para que parem de utilizar essa ilustração e a apaguem do site.

    Muito obrigada pela atenção.

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